terça-feira, 23 de março de 2010

Anna Carolina Jatobá
FONTES INFORMAM
QUE
ELA
SE
CONVERTEU NA CADEIA
AO EVANGELHO DE CRISTO JESUS

Evangélica, Anna Carolina Jatobá frequenta cultos na cadeia !!!

A madrasta e o pai da menina Isabella se encontram depois de um ano e dez mesesNeste domingo, dia 21, os pais de Alexandre Nardoni, Antonio e Maria Aparecida Nardoni, estiveram no presídio para ver o filho. Ficaram durante seis horas. Não quiseram falar nem na entrada e nem na saída.Os dois réus só vão se encontrar na sala do júri, no Fórum Criminal de Santana.Ansiosos, mas aparentando confiança. O Fantástico apurou que foi assim que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá se comportaram essa semana na cadeia.Na quinta-feira, dia 18, o advogado Roberto Podval esteve nos presídios de Tremembé, a 150 quilômetros de São Paulo, e visitou separadamente o pai e a madrasta de Isabella.Na sexta, dia 19, houve um novo encontro. Dessa vez, para acertar os últimos detalhes para o julgamento que pode mudar a vida do casal.Com 12 m², a cela de Alexandre Nardoni em Tremembé tem quatro camas, banheiro e aparelho de TV. Outros dois detentos dividem o mesmo espaço.Funcionários do presídio que tiveram contato com o pai de Isabella disseram que, esta semana, ele agiu como de costume: esteve calmo e conversou bastante com vários presos.São 283 na cadeia masculina de Tremembé. Entre eles, Lindemberg Alves, acusado de matar a namorada Eloá em 2008; e os irmãos Cravinhos, que participaram do assassinato dos pais de Suzane Richthofen, em 2002.Por não ser condenado, Alexandre Nardoni não precisa trabalhar. Nós apuramos que, para passar o tempo, o pai de Isabella trabalha no setor de roupas do presídio. A função dele: organizar o estoque e separar cada peça por tamanho. O próprio Alexandre entregava as roupas prontas para os detentos.Já a função de Anna Carolina Jatobá até essa semana era controlar a entrada e a saída de produtos da cozinha. Funcionários do presídio disseram que a madrasta de Isabella é de falar pouco e ganhou a confiança de outras presas, algumas inclusive a chamam de "Aninha".Anna Carolina Jatobá, que se tornou evangélica na cadeia, passou a frequentar os cultos realizados pelas detentas, sendo vista com frequência fazendo orações dentro da cela, que tem capacidade para duas detentas, mas abriga quatro, todas evangélicas.Nesta segunda, dia 22, o casal Nardoni volta a aparecer em público e, depois de um ano e dez meses, Alexandre e Anna Carolina vão se ver novamente no julgamento, no fórum de Santana, Zona Norte da capital paulista.A poucas horas do início do júri, ainda havia uma dúvida: o pedreiro Gabriel dos Santos Neto, uma das testemunhas convocadas pela defesa do casal, iria aparecer ou não? Na época da morte de Isabella, ele chegou a dizer que um ladrão invadiu uma obra, ao lado do edifício London, onde morava o casal. Depois, negou tudo. O pedreiro não foi encontrado para receber a convocação do júri, mas apareceu hoje para o julgamento.Uma maquete do edifício London foi construída especialmente para o julgamento do casal Nardoni. Ela será mostrada aos sete jurados pelo promotor no momento em que ele estiver revelando detalhes de como Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni teriam agredido Isabella dentro do apartamento do sexto andar. Em seguida, segundo a acusação, o pai teria jogado a própria filha pela janela.Doze pessoas trabalharam 30 dias para fazer as miniaturas do prédio e do apartamento do casal. A acusação vai usar as maquetes para tentar demonstrar que é impossível uma terceira pessoa ter cometido o crime. Segundo a promotoria, um ladrão não teria tempo suficiente para matar Isabella, limpar parcialmente as manchas de sangue e desaparecer do prédio sem deixar vestígios."Pela maquete, você tem uma visão tridimensional, você consegue ter um sentimento mais apurado do que é a realidade, quase como estar no local", disse Fábio Fogassa, dono da empresa de maquetes.Na sexta-feira, o jornal "Extra", do Rio de Janeiro, divulgou fotos da maquete do apartamento do casal. O Fantástico não teve autorização para filmá-la.A promotoria diz que quer surpreender os jurados. Nas fotos, dá para notar que o apartamento foi reproduzido com paredes transparentes para facilitar o entendimento do que a promotoria chama de dinâmica do crime.Há uma miniatura da sala onde Alexandre Nardoni teria jogado a filha com força no chão, provocando lesões na menina. Na cozinha, segundo a acusação, ele pegou uma faca e uma tesoura para cortar a rede da janela.Os sete jurados também vão saber como era o quarto de onde Alexandre Nardoni teria jogado a filha. As marcas de sangue de Isabella e da sandália do pai, encontradas pela perícia, foram reproduzidas na maquete.A defesa de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá diz que também pode usar as maquetes, mas para convencer os jurados de que havia falhas no sistema de segurança do prédio. O advogado do casal também anunciou que pretende questionar o trabalho do Instituto de Criminalística, usando, diante do júri, alimentos como cenoura, nabo, banana e alho.Segundo a defesa, os peritos usaram um reagente químico que não consegue diferenciar, com 100% de certeza, o que é sangue e o que é mancha deixada por esses alimentos. A promotoria diz que essa alegação não procede. Estratégias definidas, discursos preparados, defesa e acusação dizem estar prontas para se enfrentar e convencer os jurados."O jurado, a própria lei diz, julga de acordo com a consciência. Mesmo que ele tenha até uma ideia pré-formada a respeito do caso, muitas vezes essa opinião vai se modificiando no decorrer do julgamento. É imprevisível", acredita Richard Francisco Chequini.Fonte: Fantásticohttp://www.guiame.com.br/v4/35415-1452-Evang-lica-Anna-Carolina-Jatob-frequenta-cultos-na-
Russell Shedd: DINHEIRO: BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?


Paulo afirma que o amor ao dinheiro é raiz de todos os males (1Tm 1.10). Por que será que nenhuma sociedade escapa dos grandes males criados pelo sucesso? A resposta estaria no fato que o narcisismo acaba minando todos os valores. O servo dessa preocupação com nosso bem-estar é o dinheiro, que tem a força para nos captar em sua rede, do mesmo modo que um animal é capaz de tirar sua própria perna para se libertar de uma armadilha. Não ignoramos que o dinheiro é um valor que pode abençoar quem recebe ou dá. Paulo escreveu em sua Segunda Carta aos Coríntios sobre a importância do dinheiro para socorrer os necessitados (caps. 8 e 9). Queremos entender melhor o que a Bíblia tem para nos dizer a respeito dessa tão útil e perigosa ferramenta, que pode tanto fazer o bem como o mal.A BÊNÇÃO DO DINHEIRO Quando Deus criou o homem, abençoou-o e deu a ele o privilégio de dominar, mas sempre como mordomo do Senhor (Gn 1.28). Após a queda, o desejo pelo domínio cresceu e rapidamente a humanidade se esqueceu da responsabilidade de usar as coisas materiais para a glória de Deus e para o bem de todos. Quando Jesus ensinou que é mais abençoado dar do que receber (Atos 20.35), não é dito que é necessário receber primeiro para poder dar. A fonte de tudo que recebemos é Deus. Sua generosidade se manifesta todo dia em que ele providencia as condições para produzir suprimentos de toda espécie para manter a vida, além de tudo que seja útil para manter a proteção e conforto. Toda atividade econômica depende do Criador que supre as condições necessárias para realizá-la. Deus nos criou para gozar de vida corpórea e espiritual. Posses devem sustentar a vida do corpo ― casa, alimento, transporte e fornecer mil outros produtos. Os livros que comunicam a verdade eterna às nossas mentes são apenas um exemplo. Paulo refere-se à bondade de Deus ao declarar para o povo de Listra, “não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria” (At 14.17). A bênção de Deus sobre o mundo material, em benefício do homem, é um sinal do amor de Deus por todos. Dinheiro fornece um meio eficiente para distribuir os benefícios doados por Deus e repassar a fartura para os necessitados. Jesus confrontou o jovem rico com a surpreendente declaração de que somente vendendo tudo que tinha e dando o resultado aos pobres teria o privilégio de ser discípulo e ganhar a vida eterna (Mc 10.21). A bênção seria rejeitar o amor ao dinheiro e, em seu lugar, alcançar um amor real pelo próximo. O sacrifício material no tempo presente garantiria a bênção maior no futuro – “terás tesouro no céu”. O galardão que aguarda todos que ajuntam tesouros no céu é glorioso e seguro (aí não há ladrões, nem qualquer tipo de destruição de perda, Mt 6.20). “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (v. 21).Fica claro que a única maneira de mandar riqueza para o céu é usando dinheiro para beneficiar os necessitados; pode ser materialmente ou espiritualmente. Dar generosamente aos necessitados é o melhor de todos os investimentos. Seu retorno será grande e sua felicidade eterna.A MALDIÇÃO DO DINHEIRO O apego aos valores materiais assedia a maioria dos homens. Possuir dinheiro e tudo que ele pode comprar dá satisfação e segurança. O desejo de adquirir mais do que necessitamos alimenta o egoísmo natural que faz parte do mundo que a Palavra de Deus nos proíbe amar (1Jo 2.15). O avarento não tem herança no reino de Deus (1Co 6.10). “O amor ao dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm 6.10). Basta notar a frequência de notícias de corrupção nos altos escalões do governo para perceber que dinheiro é uma forte fonte de tentação. A maldição das posses é muito sutil. Poucas pessoas reconhecem o seu perigo. A maioria pensa que ganhar mais dinheiro demonstra a bênção de Deus sobre a vida. Em alguns casos, é verdade. Mas, na realidade, a falta de dinheiro pode ser o caminho da bênção, porque humilha, rebaixando os homens ao nível de mendigos. Tornam-se dependentes da graça de Deus, e alvos do amor dos irmãos na fé. A maldição invade nossas igrejas se não há generosidade. A prática da igreja de Jerusalém não nos incentiva a cuidar dos órfãos e viúvas, mesmo diante da declaração que “religião pura e sem mácula” é cuidar dos órfãos e viúvas (Tg 1.27). Um dos casos bíblicos mais impressionantes relata a consequência maldita da mentira de Ananias e Safira (At 5.1-11). Esse casal crente, da igreja de Jerusalém, vendeu uma propriedade. A avareza os levou a concordar em reter uma parte do preço e oferecer a Deus o resto. Mentiram, afirmando que a quantia depositada “aos pés dos apóstolos” era o valor total. O resultado foi a morte sumária dos dois. Por quê? Não foi porque não ofereceram tudo para o Senhor, mas porque mentiram, desejando apresentar-se mais desprendidos do que na realidade foram. Outra surpresa na Palavra é descobrir que é possível distribuir todos os bens entre os pobres sem amor (1Co 13.3). Se assim for, não há proveito nenhum para o doador. Com isso, Deus quer nos ensinar que podemos dar com motivos errados. Sacrifício material, sem amor, não agrada a Deus e não acarreta benefício algum para o doador. Seguramente muitos filantropos oferecem somas grandes para acolher aos necessitados, mas eles não recebem nenhum proveito diante do Juízo do universo. Joan Kroc, herdeira da fortuna da cadeia mundial de lanchonetes McDonald’s, doou ao Exército de Salvação de San Diego, na Califórnia, 80 milhões de dólares. No juízo final, será revelado se a sra. Kroc terá algum benefício em troca dessa razoável oferta.CONCLUSÃO O privilégio de ser mordomos de Deus, pelo uso das riquezas deste mundo, deve nos segurar diante da tentação da avareza. A maldição do dinheiro somente se transforma em bênção quando o Espírito Santo produz o seu bendito fruto em nossas vidas. Esse fruto é amor e benignidade (generosidade) (Gl 5.22). Vence-se a maldição por meio do Espírito de Cristo que cria uma vida em benefícios dos outros, em lugar do narcisismo feroz.Russell SheddÉ PhD em Novo Testamento pela Universidade de Edimburgo (Escócia). Fundou a Edições Vida Nova há mais de 40 anos e atualmente é consultor da Shedd Publicações. É missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil e trabalha em terras brasileiras há vários décadas. Lecionou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo e viaja pelo Brasil e exterior participando de conferências em congressos, igrejas, seminários e faculdades de Teologia. É autor de vários livros, entre os quais estão A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia , Disciplina na Igreja , A Escatologia do Novo Testamento , A Solidariedade da Raça , Justificação , A Oração e o Preparo de líderes cristãos , Fundamentos Bíblicos da Evangelização , Teologia do Desperdício , Criação e Graça: reflexão sobre as revelações de Deus , todos publicados pelas Edições Vida Nova ou pela Shedd Publicações. Além disso, é autor dos comentários da Bíblia Shedd (Vida Nova).